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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Novidades para 2013 no blog A&K Motos!

Caros;

É com satisfação que informamos que neste ano, em comparação com o anterior, os acessos ao blog triplicou, saltando para mais de 4.000 visualizações mensais. Ao mesmo tempo, de 11 posts em 2011, em 2012 com este conseguimos publicar um total de 39 posts, que foram ativamente acompanhados por nossos leitores, os quais expressaram sua opinião acerca dos variados assuntos, deixando o blog muito mais atraente. Interessante notar que 10% destes acessos foram estrangeiros, oriundos de países como Estados Unidos, Canadá, Japão, Rússia e outros.

Assim, visando facilitar a vida também destes nossos leitores de outras paragens, passaremos a publicar todos os posts também em inglês a partir já de janeiro de 2013.
Logicamente, por não sermos exímios na língua que não nos é pátria e onde o conhecimento é parco, desde já registramos que não raro poderão ser notados por nossos leitores erros crassos principalmente gramaticais. Pedimos, por isso, antecipadas desculpas.
Se algum leitor com mais fluência na língua inglesa quiser nos auxiliar e sugerir  devidas correções, poderá nos enviar e-mail para adv_shadow@yahoo.com.br  
a qualquer momento, já que todo post pode ser editado sempre que necessário. 

E esta é apenas uma das novidades que temos planejadas para 2013, o qual, se depender de nossa vontade e sonhos, será um ano ainda mais espetacular do que este! Em breve pretendemos apresentar outras boas novas que temos certeza serão interessantes a todos motociclistas que acompanham o blog, visando sempre o crescimento e disseminação deste nosso hobby/esporte/estilo de vida/paixão. 

Agradecemos a todos que vem nos acompanhando, esperando atender as expectativas de nossos leitores ou, no mínimo, tornar a informação sobre nossas amadas motocas, viagens e tudo que envolva em especial o mototurismo/motoaventura acessível da forma mais descontraída possível, pois acreditamos que andar de moto, antes de esporte, lazer, turismo ou até trabalho, é um prazer.   

No mais, é desejar um 2013 a todos sobretudo com bastante saúde para proporcionar mais motocadas por esse mundo afora!

Feliz 2013 a todos!!! Que ele seja muito melhor do que 2012 e assism sucessivamente!!!

Abraços;

Adv

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O mundo acabou! Vamos andar de moto???

Certa feita um conhecido meu, de forma um tanto agressiva e indignada, meio que querendo me dar "lição de moral", me disse: "Você não pode viver só em torno das motos! A vida é muito mais do que motos!!!"

Eu juro que não entendi!!! Mas não entendi nada meeesmoooooo! E eu perguntei-lhe algo? Pedi "tratamento" para minha "doença"? Tem gente que é assim, muito metida a doutor quando da vida - ou das motos - não entende um ovo, até porque a única pessoa capaz de entender a sua vida é aquele cara que você vê no espelho todos os dias. É óbvio que a vida não é só motos! Tem a família, as motos, os amigos, as motos, a grana, as motos, nossa casa, as motos, o trabalho, as motos, enfim, o dia-a-dia e... as motos, claro!!!

Tá bom...

Mas o papo é o fim do mundo, ainda. Papo chato... Enfim, já que o mundo não acabou - e pelo jeito não vai ser o fim tão cedo - uma boa idéia seria rodar mais de moto, não acham? Porque ninguém nos garante que em outro plano de existência haverão esses maravilhosos veículos de duas rodas. Veja que o próprio calendário Maia, que na verdade nada mais faz do que anunciar o início de uma nova era (e sempre tem os que enxergam o copo meio vazio, pessimistas de plantão), é uma roda. E nessa roda, naquelas figurinhas esquisitas, eu juro que bem lá pelo meio eu vi um cara doidão, de língua de fora, com as mãos segurando o "seca suvaco" de uma Harley Davidson. Longe de mim discutir a escolha maística pelo tipo de moto - e aí alguma relação com o fim... - mas que tem moto ali, ah, isso tem. Vão dizer que vocês não viram isso também nesse negócio?

Ou será que sou eu que ando vendo em tudo motos?

Pelo sim, pelo não, decidi que em 2013 vou andar mais de moto. A vida não espera, é fato. A gente espera até ter uma moto melhor, até comprar uma BMW, até o filho crescer, até que sobre um pouco de grana, até que a obra fique pornta, até que o trabalho fique mais tranquilo, até que...

E, quando você vê, puft! Acabou. Já era.

Por esses dias de fim do mundo, meu "véio" quase "se foi". Quase foi "puft". Antes de hoje. Ainda está lá, no hospital., recuperando-se do "quase". Saiu ontem à noite da CTI (acho que não seria mesmo um bom lugar para se estar no dia do fim do mundo!!!).  Se as coisas não tivessem dado certo, se o "Santo" dele não fosse forte (e ele teimoso como uma mula, até prá ficar ruim, graças à Deus...), para ele, seria, portanto, o fim do mundo.

Então, finalmente, depois de longos 39 anos, percebi: o fim do mundo pode nos chegar à qualquer momento, sem qualquer aviso prévio.

Basta a gente saber o que fazer - e como bem viver - nesse nosso meio tempo por aqui. 


Lembrando que de bom tem a família, fazer amor com a esposa, brincar de cavalinho com o filho, os amigos, um monte de outras coisas e claro, as motos. 

E as motos são efetivamente um problema! Tem a vida E as motos. 

Problemáticas simplesmente porque todo resto dever ter. Mas ninguém garante que em outro plano de existência haverão motos.

Então, pelo sim, pelo não... Vamos andar de moto!

Até breve!!!

Crédito das fotos:
1 e 3 - A&K Motos
2 - google images

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Medindo a paixão por motos - ou você é, ou não é.

Vindo ao trabalho na minha valente XLX 250 R, 1987 , vulga "Nazaré" ou simplesmente "Nazá"- da qual não pretendo me desfazer enquanto vivo - e, em trânsito tranquilo, vendo os motoboys e outras classes de motociclistas (até um Harleiro/ista "maluco" com direito a patch, tatuagens nos braços e malboro aceso enquanto pilotava segurando o "seca sovaco") maginava se poderia medir a paixão por motos de caras como eu. 

Há coisas na vida que não tem preço... Nem medida.

Dizem que o mundo acaba já agora, semana que vem, daqui há 7 dias... Será? Acho brabo! Bom... Semana que vem, ainda vou estar trabalhando!!! Será que irei passar as últimas horas da existência da humanidade sentado na frente do computador? Não é bem assim que eu pretendia deixar o mundo terreno. Pior... Minhas férias começam dia 22! Fala sério! O mundo acabar no 21, comigo no trabalho, longe de minha esposa e filho e sem minha moto seria muita sacanagem! Acho que no mínimo vou marcar com os dois de virem comer inteira uma torta de chocolate com refrigerante em frente à pilha de processos que tenho a fazer, cometendo, assim, a última excentricidade gastronômica que eu poderia imaginar.

Ok, ok! Mas vamos imaginar de verdade, que SIM! O mundo realmente vai acabar no próximo 21, antes mesmo de você abrir seus presentes de natal (esse ano eu nem me preocupei em comprá-los, já que o mundo vai acabar mesmo...). O que você faria se tivesse plena certeza disso (digamos que a NASA disparasse a notícia de que um meteorito do tamanho da lua estava se aproximando) nas suas últimas horas? 

Nem lhes conto o que pensei... Sim! Não era ficar na frente da TV, ou fazer sexo loucamente com minha esposa, ou ainda gastar tudo que tenho numa viagem insana qualquer, assaltar um banco só pela adrenalina ou pular de páraquedas com uma mochila. E nem devorar a torta de chocolate inteira, pois essa hipótese pretendo efetivar só de "molecagem", ao menos parcialmente (digamos que um pedaço moderado apenas...). Nada disso!!!

O que imaginei foi algo bem mais simples...

Prá mim bastaria minha moto, a esposa na garupa e meu filhote no meio. Capacetes? Prá quê? Iria até algum lugar mais deserto com eles, provavelmente para cima dos Andes, em algum "paso" desconhecido, lá pros lados onde "o vento faz a curva" e esperaria abraçado neles e apoiando a cabeça no banco da moto, que a tal altura estaria deixada no gramado também esperando o fim do mundo. 

O que quero dizer é que algumas paixões não tem cura, não tem preço.  Que a primeira coisa que você pensa é naquilo, torcendo que a última também seja.E que tem algumas coisas singelas na vida para a qual a gente não dá valor... Até que um dia chega o fim do mundo e passa a ser tarde demais.

Assim sou com minha família e com minhas motos... Uma paixão simplesmente inexplicável, sem medidas.

Se me perguntassem se eu trocaria nunca mais poder andar de moto por quinhentos milhões de reais, minha resposta seria um sonoro NÃO! E um tiro no "fidapuuu" que me fizesse tal proposta... Em tempo: quem me conhece sabe o quanto gosto dessa coisa chamada dinheiro.

Daí que pude ver a medida de minha paixão.

E quanto a você? O que lhe faria parar prá sempre de andar de moto? Fora o fim do mundo, lógico.

Pensem nisso...

Até breve!!!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Como se concretizam os sonhos de vidas e de motos... Um bom ano!

Há mais de um ano e meio atrás, postei sobre realizações de sonhos, "Motocar ou não motocar... Eis a questão!", enfim, prioridades de vida em busca de algo que muito queremos em prol de outras.

Naquela época, minha prioridade era um lar, uma casa que eu pudesse chamar de minha, onde pudesse criar meu filho "solto", com espaço de sobra no quintal para que ele corresse, jogasse uma bola, subisse em árvores e comesse frutas direto do pé, por mais ordinárias que fossem. Lugar onde levasse também - prá aprender que a vida às vezes é dura - alguns bons tombos na grama, uma picada que outra de formiga "pimenta" e aprendesse a respeitar abelhas,  aranhas e outros pequenos seres peçonhentos, para, em futuro breve saber como tratar com outros quiçá maiores, infelizmente ainda existentes, com os quais invariavelmente um dia cruzará, chamados por alguns de chatos, pedantes, desumanos, bandidos (políticos?), etc.

(E o que isso tem a ver com motos? "O blog não é sobre motos?", questiona-se você...)

E eu queria - e, por honra ou teimosia muar - começar era do zero mesmo, para deixar exatamente como eu sonhava, sem ter de aceitar o que encontrasse já pronto. Iria construir, portanto. Queria também, nesse pacote, um lugar onde minha esposa pudesse tomar banho de sol, catar manjericão para prepararmos uma pizza marguerita, ler um livro tranquila observando o guri ou que pudéssemos simplesmente namorar à noite sob a luz da lua e das estrelas, sentados  em um banco de jardim embaixo de um butiazeiro ou nespereira no meio do gramado rescendendo ao orvalho da madrugada. E exigente que sou, queria ainda que a casa tivesse na lateral corredor de coisa de metro e vinte,  coberto por pedras à lembrar as boas e velhas estradas de rípio da Patagônia (lugar pelo qual me apaixonei) acabando aos fundos do terreno, por onde pudessem meus amigos ou nós mesmos passar com as motos e lá em um círculo que desenharia ou algo do tipo, alinhá-las. E queria também  uma boa lavanderia com lugar para guardar minhas tralhas de moto em um sótão sobre a mesma, com um bom acesso lateral por escada que ali encostaria.

(E isso tem tudo a ver com motos...)

Nessa época, fui antes de pá e enxada na mão, para salvar da morte certa uma "réles" nespereira. Sei lá... Deve ser porque estou ficando com mais idade, mais "bobo" talvez, e porque, à medida que vamos avançando no tempo ainda restam as boas lembranças.

Quando vi a nespereira no terreno outrora baldio, lembrei do tempo que era guri e que ficava comendo na rua as tais ameixas (é incrível e quase inimaginável hoje em dia nas capitais, mas naquela época se encontravam árvores frutíferas em plena calçada, coisa hoje em dia cada vez mais rara!). A gente guardava os caroços que fossem redondos, e ia depois brincar de "bodoque", já que estas eram melhores do que as bolinhas verdes de cinamomo, colocando latinhas nos muros. A diversão maior era quando achávamos as de alumínio, o "último grito"  em tecnologia (lembrando ainda que naquele tempo não existia a cata ao tesouro da reciclagem, e a confecção das latinhas de alumínio eram muito cara), pois as normais da época eram as de "folha de flandres", que não amassavam  tão fácil - ou, delírio!, furavam - quanto as primeiras.

(Naquele tempo a gente percorria a vizinhança de bicicleta, sonhando com motos, tendo um prendedor de roupas a prender uma tampa de margarina em contato com os raios só prá fazer um som do tipo "trééééé" que a gente jurava igual ao das DT's...).

A teimosa "reinou" para sair, com raízes emaranhadas em pedras e por baixo de laje antiga de concreto.  Foi marretaço, legítima "picaretagem" e poda à facão, regados à muito suor embaixo de um sol de meio dia de um domingo. Se ela resistisse, estaria apta a aguentar o resto dos trancos da vida, pensei eu... Cavei cova profunda e para lá arrastei-a, já meio esgotado das forças, pensando que teria sido muito mais fácil simplesmente "deixar por isso mesmo" e esquecer da nespereira. 

Mas eu sou "teimoso, como uma mula". E não é de minha índole "deixar por isso mesmo" as coisas. Quero sempre ir até o fim, mesmo que tenha de voltar "n" vezes para concluir algo... Arranquei à unha o basalto abaixo (até hoje não sei quantas camadas, concreto e o que já tivera naquele terreno que virara baldio e assim estava registrado desde sempre na matrícula), abri um entorno de coisa de metro e meio, encontrei a melhor terra que pude em meio à população incipiente de mamonas (por mais que eu arrancasse pela raiz voltavam com tudo), forrei o fundo da cova e ali meio que atirei a coitada. Molhei-a e gritei alto - já enlouquecido de sede e calor: "Agora, te vira que eu quero frutos quando vier prá cá!". Com o "facão de três listras" - amigo velho de todo bom gaúcho que se preze - ainda dei-lhe de talho, avisando o que ela teria enfrentar no meio da obra...

(Obra, ou ao menos essa minha, que tem tudo a ver com motos...)
Voltei lá quase que diariamente, atirando uma água ao pé, até se firmar e virar-se só com a chuva que porventura caísse. A peonada foi mais implacável que eu. Aquela árvore já judiada, serviu de escora prá andaime, tripé para bancada de dobrar vergalhão e o que mais viesse. Viravam cimento e brita na base dela, enfiaram-lhe pregos para tudo quanto foi lado e lugar que mais lembravam os cravos  às mãos de Cristo (com uma capacidade enorme de enferrujarem da noite para o dia, os quais removi só com muita força e grande pé-de-cabra) e antes de me mudar no início de agosto, ainda arranquei à picareta placa de concreto que ali se acumulara. E ela lá, impassível.

Entrei com as motos pelo caminho que planejei. Mais um sonho estava agora realizado! Brindei à coragem dela, me lembrando de quantas vezes estive lá olhando-a de rabo de olho, quantos tijolos vimos sendo empilhados desde as bases, quantos outros sonhos deixados para depois, horas "perdidas" longe de minha esposa e filhote para visitar a obra, mandar destruir e fazer novamente  uma parede que saíra  em desacordo com os planos e deixar tudo como queríamos, quantas brigas com os trabalhadores, fornecedores, com o construtor para que tudo corresse a contento. Lembrei-me da R1200GS Adventure que me desfiz com dor no coração para adquirir o terreno onde agora estava nossa casa, de bem mais lá atrás quando eu ia há quilômetros de distância estudar de bicicleta só sonhando com uma bonita família e com uma moto (ou uma "frota", porque não?), olhei a "velha" nespereira de guerra emoldurando a lavanderia e então tive certeza de como se realizam os sonhos de vidas e de motos...

Primeiro são sempre só sonhos. Os sonhos e mais nada. Torná-los realizade, depende só de sua força.

(E concluo que também meus sonhos tem a ver com motos...)

Agora outros sonhos já vislumbramos no horizonte. Não é de nosso feitio nos acomodarmos... Temos planos de e com as motos, viagens, empreendedorismo em torno delas. Minha esposa "chutou o balde" e decidiu que vai realizar também seus sonhos. Parte à nova profissão. Dou-lhe a maior força, pois tenho que a vida é só uma e precisamos fazer aquelas coisas com as quais sempre sonhamos. Tudo é possível. Mudamos o rumo, pegamos a estrada de chão em detrimento do asfalto tranquilo, contrariamos o grito dos exaltados que nos cobravam o caminho mais fácil e medíocre, mostramos dentes e punhos aos covardes e descrentes que nos disseram prá não ir por ali, para comprar pronto, prá não construir, prá não andar de moto (pois moto é perigoso!), não ter filhos, não sonhar demais, evitar os perigos e "talhos" da vida, já que atalhos, não há.

"Então, de repente, me lembro que os sonhos devem ser construídos passo-a-passo. Que sonho só sonhado, não leva a nada. Deve ser realizado, sendo importante ter sempre presente que só temos uma vida para fazê-los acontecer. É difícil? Claro que é! Demora? Normalmente um pouco. Tudo depende do tamanho e da força empregada para realizar o sonho." (sic post de fevereiro de 2011)

Tudo depende do tamanho e da força empregada para realizar o sonho.

Tudo depende se o seu sonho vale a pena...

Nunca deixe que alguém lhe diga que você não pode ter, não pode ir, não pode fazer. Não se permita desculpas. Não deixe de ir, de viajar porque todos seus amigos "deram prá trás" naquela viagem programada e há tanto sonhada por você para Ushuaia, Atacama ou para onde você deseje ir de moto. E mesmo se você ainda não tem moto - e nem "onde cair morto" - nunca, jamais deixe de sonhar! E sonhe com força! Sonhe acordado! Persiga seus ideais, lute, aguente o caminho ruim e os talhos que a vida pode lhe dar. Atalhos, não há.

Se todo mais der errado, ao menos no fim você poderá olhar para trás e dizer, com orgulho, que tentou. 

Porém, lhe garanto: nada pode dar errado! Salvo para os covardes, os que desistem. Enquanto você não desistir, não acabou. E se não acabou, ainda não deu errado.

Acredite que se esse ano foi bom para você, o próximo será ainda melhor. Se tiver a fé necessária, assim será.

Para o próximo ano já me comprometi a sonhar ainda mais alto, com trocar de moto, dar andamento definitivo à A&K Motos, viajar mais no lombo da motoca nova à vir, com a esposa e filho me acompanhando num carro novo e branco da A&K Motos que me seguirá (ou que seguirei) ou, com sorte, algumas viagens mais curtas com ela na garupa, conhecer novos lugares, etc. 

Afinal, que tipo de motociclista nós todos somos? Dos que concretizam os sonhos de vidas e de motos!

Até breve!


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