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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Harley Davidson - Crise dos 40 ou loucura?

De forma geral, todos já sabem o que nunca consegui esconder de ninguém: não sou lá muito fã das Harley Davidson's...

Isso porque fundamentalmente tenho que moto é sim um veículo perigoso, como já diziam as nossas mães. Está bem que tem toda uma teoria e técnica envolvida, condução ativa, pilotagem defensiva e coisital, mas há momentos em que só bons freios e um motor potente - além de um ótimo reflexo - pode lhe salvar. Quem já passou por uma situação de aperto sobre a moto (e poucos devem ser meus leitores que chegaram até aqui incólumes), sabe bem do que estou falando. 

Acontece que, todo mundo sabe, não é novidade e não vai mudar, as Harley Davidson's de forma geral são motos pesadas. As que "prestam", ultrapassam facilmente os 300kg, e seus freios, ainda que atualmente dotados de ABS, não são lá um primor capaz de pará-las em meia dúzia de metros, ao contrário do que ocorre com outras motos mais leves. 

Logicamente, não há que se comparar uma moto custom com uma Big Trail, Sport Touring ou Naked, pois são mundos totalmente apartados...

Complicando ainda mais meu caso, tenho sérios "traumas financeiros", mentais, morais, processuais, picaretais, etc., com relação ao "ex" Grupo Izzo, que até há bem pouco tempo atrás carregava a marca. Desvincular uma coisa da outra, é algo bem difícil, por mais que tenha evoluído neste meio tempo - ou ao menos procurado evoluir, vá saber se com sucesso ou pelo contrário... - minha mente. De alguma forma meu cérebro ainda liga Harley à Izzo e Izzo prá mim está diretamente relacionado a... a... digo... Bom! Vamos deixar prá lá que  já tinha dito que não falaria mais sobre os entes falecidos.

Peso = inércia. 

Das aulas de física, se recorda que todo corpo em movimento tende a permanecer em movimento... E aí fico imaginando como é parar quase 400kg com um disquinho mixuruca na frente e outro atrás. 

Penso ainda, com desespero, como é um amortecedor "comum", de curto curso, absorver o impacto das nossas estradas com seus controladores "naturais" de velocidade (buracos ou melhor seria dizer crateras), e volto aos idos de 2003 quando eu pilotava uma Shadow VTX 600... Óh, martírio! Óh, tortura!!! Naquele ano desisti do mundo custom, por conta de curvas raspando pedaleira no chão, dor "nas partes baixas" ao passar por lombadas, crateras e tomar um "soco" vindo do inferno (depois dizem que o que vem de baixo não atinge!!! Vai andar de custom no meio da buraqueira e depois vem me dizer isso de novo!), impossibilidade de encarar qualquer terrinha, etc. Coloco nisso a "neura" de alguns que conheci no "setor custom", que não admitiam falar de outros tipos de moto, como só existisse custom e mais nada na vida. Sei lá... Não curto muito gente de "cabeça fechada". 

Mas como tenho visto ultimamente, o povo clama, o povo pede... Harley!!! Se falo que vou adquirir moto a primeira pergunta invariavelmente é: vai ter Harley???

Poxa! Quantas vezes vou ter que dizer que gosto mesmo é de BMW, de Big Trail!!!???

E olha que eu não ando com esse "povo" que usa calça de couro não!!! Tampouco com a gangue dos cromadinhos e flanelinha!

Dizem porém que "água mole em pedra dura tanto bate até que..."

... desgraça tudo.

Fui lá ver o raio das Harley's. 

E não é que elas estão cada vez mais bonitas? E não é que melhoraram (pouco, mas melhoraram!) os amortecedores? E não é que enfiaram ABS nos freios? E não é que...

Deve ser a crise dos 40. Tô chegando lá. Falta pouco mais de ano agora.

Daí que faz tempo que não enfio 200km/h numa moto e, sinceramente, já não tenho vontade nenhuma de fazer isso. 

Deve ser porque hoje tenho família (a mais linda que um homem poderia desejar! Amo demais vocês, Kyt e Kyd!!!). Deve ser a idade, deve ser porque tenho andado pouco de moto, deve ser...

Deve ser loucura. 

Afinal, é isso o que uma Harley é. Simples e maldita loucura. 

Alguém me interna?
  

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ATENÇÃO! O GRUPO IZZO FALIU!

A notícia é bombástica. Procede ou não... Tudo indica que sim. Alguns ainda sustentam que não...

O fato é que faliu mesmo ou ainda vai falir... Se já não foi, está muito perto. Ou já era, e só não fecharam a tampa do caixão. Todo doente que não se cura, um dia morre. Por completo ou parcialmente. às vezes vai só a "carcaça", e a "alma" se mantém, quando vale alguma coisa. Volta invariavelmente melhor, pela evolução natural que se espera. Outras vezes vai é tudo mesmo, não sobrando nada, sequer lembrança. Se voltar, volta rengo, menor, pior...


Quantas empresas - e empresários - não são assim? Você acha que eles já eram, e depois retornam com toda carga, como se nada tivesse acontecido. Donald Trumph, Warrent Buffet, Sr. Kasinski e vários outros estão aí para não me deixarem mentir sozinho.

"Antes tarde do que nunca! Merecido!", gritariam alguns - ou muitos! - sentindo-se finalmente vingados por tantos anos de descaso e atendimento pós venda que pulula na internet e fóruns de discussões nunca terem sido à altura do que seria esperado de outrora representantes de grandes marcas como Harley Davidson, Triumph, Ducati, KTM. Os revoltados soltam fogos e aplaudem ruidosamente, como se fosse final de campeonato e seu time tivesse vencido, como se isso apaziguasse suas amarguras que sustentam na rede internética  são oriundas do descaso nas demoras infindáveis em emplacamentos de motos, em consertos ou manutenções periódicas das mesmas, faltas injustificáveis de peças e outras inúmeras causas que tanto desgosto trouxeram a muitos clientes (vide por exemplo http://www.reclameaqui.com.br/3183516/grupo-izzo-imocx/evite-o-grupo-izzo-pois-eles-vendem-motos-e-nao-entregam/. e http://www.reclameaqui.com.br/3154149/grupo-izzo-imocx/5-meses-de-atraso-no-emplacamento-ducati-multistrada-1200-st/ entre outras)

Também pensava assim até ontem: "Bem feito!". A partir de hoje não penso mais. Pelo contrário, me envergonho por um dia assim ter refletido. Se mudei minha forma de pensar porque lapidei minha alma e meus sentimentos, se cresci enquanto ser humano, já é outra história...

A única coisa que acho agora sobre a situação do grupo é que é uma pena... Uma verdadeira e grande pena. Ou uma triste vergonha.

"São apenas negócios...", uma voz lá no fundo da arquibancada sustenta tímida.

O cenária é de desolação. Chegou "à minha porta", pelo lugar que passei por anos à fio a caminho do trabalho, dia após dia, mais de dez até onde recordo, mais de três mil vezes com certeza, primeiro vendo reluzentes motocicletas Harley Davidson - com as quais sonhava quando gostava de customs -, depois Buell's (tenho uma!) e Triumph's (sempre quis!), na sequência Ducatis (a Ferrari das motos!), após KTM's (a irmã louca e nervosa das BMW's) e finalmente... Nada!

É o que há hoje na outrora loja modelo, onde se podia caminhar pelo meio de verdadeiros sonhos de consumo, mitos, ícones. Um lugar onde, de início, você se sentia bem, acolhido pelos vendedores ávidos a lhe "empurrar" o que você já estava pronto para comprar de qualquer forma e pagar à vista, se não fosse tanto dinheiro, em espécie mesmo! Era convidado a um café, a sentar na confortável poltrona de frente para um poster com um relíquia reluzente de Harley, travava uma conversa sobre os melhores temas do mundo: motos e viagens de moto. Muitas dicas, comentários, sonhos, girando em torno das nossas adoradas motocicletas. Hoje só restaram lembranças e além disso NADA. Hoje só se vê devastação, ruína e uma grande sensação de solidão, um  imenso sentimento de tristeza. Tristeza essa que não é nossa, não caberia a nós sentí-la. Mas, por algum motivo quase inexplicável, a gente sente.

Olha-se para um dos cantos e se visualiza um vidro quebrado, estilhaçado, quiçá por um descuido com uma moto, ou - começo eu a deixar a imaginação viajar - pela ira de algum consumidor revoltado, que tenha perdido sua racionalidade em momento de desespero por tanto querer fazer valer direito que sabia ter (em um mundo "normal" e onde justiça fosse efetiva e não mera palavra bonita) ou mesmo um vendedor que tenha se entendido injustiçado com alguma prática qualquer de seu chefe, determinada pelo Grupo, ou por ter sido sem maiores explicações demitido, sabe-se lá. Talvez nada disso, talvez simples vandalismo por parte de desocupados, do tipo que picha muro e destrói patrimônio público, tentando justificar ou extravasar algum sentimento interior de raiva ou frustração que nem ele mesmo conhece ou tenta mascarar, ou vá lá saber a verdadeira causa daquele vidro quebrado.Olho novamente para o vidro e lembro que na casa da gente se providencia o quanto antes a troca. Ninguém quer um cartão de visitas assim. Ninguém quer se passar por "falido".

E a culpa? Há culpa? Para quem devemos apontar o dedo? 

Nesse momento meu dedo que outrora apontava inquisidor se vira para mim... Eu sou o culpado, você é o culpado, nós todos, milhares de consumidores que algum dia compramos uma moto do Grupo IZZO somos os verdadeiros e únicos culpados!

Culpados por simplesmente termos entregado nosso dinheiro e depois não cobrarmos o que tínhamos por certo, um serviço decente, um pós-venda que honrasse tantas marcas, o "mito". Achávamos  tudo normal, natural. Bobos aqueles que queriam o algo mais (na verdade somente o natural, o legitimamente esperado). bradaram alguns. Culpados aqueles que sabendo das práticas de alienação fiduciária de motos novas a bancos totalmente desconhecidos, que  faziam com que as mesmas não pudessem ser prontamente emplacadas - e isso seria o natural! -  ainda assim insistiram, acreditando que com eles seria diferente, que, pelo fato de conhecer o dono ou o gerente da loja, o que aconteceu com o amigo próximo com ele não ocorreria! Culpados os que acharam natural esperar 45 dias para o conserto ou manutenção de uma moto, que levaram a moto no "mexânico" da esquina quando estava na garantia por não confiar no serviço prestado, que deram munição para práticas quiçá de não muita responsabilidade. E mais culpados ainda por se acharem, depois de tudo isso, no direito de reclamar. Maior culpada ainda a turma do "deixa prá lá!".

Diz-se que em casos de "golpe da loteria", há sempre dois culpados, dois bandidos: o vendedor do "bilhete premiado" e o comprador. O vendedor pelo óbvio golpe, e o comprador, pelo desejo de locupletar-se, tirar alguma vantagem... Hoje, inovou-se no golpe, e volta e meia a bandidagem manda uma mensagem de celular dizendo que você ganhou uma casa, um carro, num concurso que você NÃO concorreu. Mas vai que erraram e a casa agora é sua, não é mesmo? No meio de tantos, sempre tem o "esperto" que vai lá entregar o "ouro para o bandido". E o golpe, que deu certo, segue com a corda toda. Culpa de quem mesmo? Daí que muitos casos desses nem chegam ao conhecimento da polícia. É a vergonha que vem à tona, por querer tirar vantagem.

Mas o que isso tem a ver com o "caso Izzo"? Qual a "vantagem" que o consumidor tinha? Qual a minha  responsabilidade nisso?, perguntarão muitos.

Nunca vou esquecer que fiz a minha parte e fui "tripudiado", xingado e até ameaçado. Disseram que eu estava desmerecendo a marca, desonrando o mito, falando mal da moto x, y, z, etc., quando a todo momento eu reclamava da prestação do serviço falho, quando eu via, há priscas eras, que a coisa não ia bem. E isso já faz tempo... Muito tempo! 

E quem sou eu? O que entendo eu de negócios? 

"São apenas negócios...", volta aquela voz querendo vir às primeiras cadeiras da arquibancada, agora mais audível.

"Nunca são apenas negócios...", urro eu como animal acuado e ensandecido, "...quando se trata de paixões, quando se trata de motos!"

Às vezes me vejo sozinho e começo a me perguntar se não sou eu realmente o errado.  Não sou eu o único apaixonado, o louco não correspondido?

Sei que hoje colho apenas aquilo que plantei. Colho ódio, ira, tristeza... Não me restaria outra coisa senão chorar o leite derramado, chorar sobre o cadáver ainda quente. Se num primeiro momento me senti "vingado", hoje não tenho mais essa sensação. Se algum sentimento ainda resta é apenas de pena e de vergonha.  Aquela tal de vergonha alheia.

Mas não se deve ter pena dos mortos. Jamais!

O que se precisa sempre, diante da adversidade, é virar a página, deixar a vida seguir, correr, de preferência sobre uma moto. Mesmo que seja ela uma Harley Davidson, Buell'l, Ducati, Triumph, KTM, Huskvarna, Polaris... 

Faliu ou vai falir? Morreu? Não sei e nem interessa mais.  Não merece nenhuma de minhas lágrimas nem de ninguém. Não merece um pingo de pena, nem mais uma linha. Um morre, outro nasce. E se espera sempre - elucubro então que esperança deva vir do verbo esperar... - que o que nasce seja melhor do que aquele que já se foi. Assim é a vida.

O que realmente importa no final de tudo, é que nós continuamos vivos. Vivos, felizes e sobretudo com a honra imaculada. Não somos empresários, mas também não vendemos o que não é nosso ou o que não temos. Quando o fazemos, é porque podemos, temos a legítima posse. Não somos ricos, mas pagamos todas nossas dívidas e compramos quando efetivamente podemos e temos meios para tanto. Ao mesmo tempo, porém, não somos otários. Daí que já não há mais pena e extingue-se a vergonha - ainda que alheia - e resquício de qualquer sentimento de culpa.

Monto eu na "Nazá", velha de guerra, com a qual tantas vezes estive naquela loja, sabendo ser a última vez que olho com rabo de olho para a vitrine. Sim, ela é "velha", mas sempre conservada, sempre emplacada, nunca alienada. Nenhuma dor de cabeça jamais deu... Por trás daquela vidraça, não há mais nada para se ver. Dou a partida e sigo meu caminho, de cabeça erguida, sabendo que a luta nunca termina até se chegar ao fim. A minha, portanto, segue. Quanto aos demais...


Parabéns aos verdadeiros motociclistas!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Pilotando na chuva - Dicas de segurança e conforto

Segunda-feira. Ou qualquer outro dia da semana... Você acorda às 6h da manhã, se espreguiça, ouve aquele barulinho característico, lembra que é mais um dia de pilotagem/viagem/trabalho e olha para rua, sem querer acreditar muito no que vê depois de um belo dia de sol.

Lá fora a chuva cai impaciente, incessante. Fica mais difícil levantar da cama e você começa a pensar em vestir todo conjunto de capa, com todo aquele ritual característico: primeiro calça, depois botas, casaco, balaclava, capacete. Isso quando não lhe faltam botas impermeáveis e você tem de recorrer ao boa e velha sacola plástica de supermercado, dando graças por ainda existirem. 

Aqueles que tem carro, já pensam duas vezes, e em muitas delas optam por este último, relegando a moto ao esquecimento, ao menos enquanto a chuva continuar.

Outros, sem muita opção ou apenas verdadeiros amantes das duas rodas, não pensam duas vezes, e saltam da cama no anseio de "pilotar por sobre as águas". Afinal, como disse outro, "Motoqueiro não toma banho de chuva. Motoqueiro lava a alma!".

Mas será que é só isso? É só colocar a capa, sair na chuva e pronto? Há maiores riscos ou não em pilotar na chuva? Existem cuidados e técnicas específicas para enfrentar as tormentas. 

Sim. 

A primeira coisa que você tem de ter em mente quando enfrenta a chuva de moto é que, infelizmente, a maioria dos motoristas não consideram que está chovendo e, ou não abaixam a velocidade ou até aumentam a mesma. Sim! Há louco para tudo nesse mundo! Considere ainda que para caminhões, a chuva não faz muita diferença em termos de visibilidade, pelo que, não raro, tais motoristas andam até mais rápido que nos dias de sol. Isso porque lá de cima da cabine, os "sprays" dos pneus dos automóveis não atinge o párabrisa, pelo que a visibilidade para eles é muito melhor. Claro que o desrespeito e a falta de noção é a única justificativa para fazê-los aumentar a velocidade...

Outros pontos que você deve levar em consideração - além da imbecilidade de alguns motoristas que aumentam a velocidade do veículo em dias de chuva - é que invariavelmente a distância de frenagem de quaquer destes aumenta consideravelmente, seja ele dotado de ABS ou não. E isso inclui sua moto... Nem vamos entrar na questão da pilotagem sobre paralelepípedos, quando você tem de considerar que vai percorrer três vezes a distância normal até parar completamente. Nesse ponto, quando pilotando na chuva, tentar ensinar que a velocidade deve sempre ser diminuída nos dias de chuva é literalmente "chover no molhado", com o perdão do trocadilho.

Adicionalmente, existe sim aquaplanagem em motos, ainda que esta seja diretamente proporcional à largura do pneu. Quanto mais fino for, menor a probabilidade de aquaplanagem e, quanto mais largo, maior a probabilidade. Esta também uma das razões pelas quais em dias de chuva você deve manter seu pneu o mais cheio possível. Já tive experiência ruim de sentir a moto "dançando" na estrada em dias chuvosos. Parei no primeiro posto, calibrei em 37psi's (pneus esportivos, sem câmara) e a moto mudou da água para o vinho, permitindo rodar de forma muito mais segura, com os pneus grudados ao solo. 

Lembre-se ainda que a água pode "atacar" pastilhas de freio e disco. Estas só funcionam bem secas... Quando encharcadas, podem levar maior tempo para freiar, tendo de secar antes... Daí que uma boa técnica é volta e meia secá-las, dando pequenas "beliscadas" no freio dianteiro e traseiro (nada a ponto de frear a moto!!!) quando a chuva é demais. Igual problema, agravado, existe nos freios à tambor. Se voc~e passar por dentro dágua ou a chuva estiver muito forte, lembre-se de volta e meia secar o sistema, acionando de leve o freio de tempo em tempo. Isso lhe garantirá uma freagem mais segura quando você necessitar do freio. 

No mais, procure se manter o mais confortável possível sobre a moto e fundamentalmente seco! Irritação e pilotagem não combinam! Se você teve de encarar a chuva, faça isso numa boa, sem estresse. Tenha sempre um bom conjunto de chuva. Se encontrar macacões de chuva, são a melhor dica para a tormenta. Ainda que um pouco mais difíceis de se vestir, mostram-se mais práticos e fundamentalmente mais impermeáveis (quando de boa qualidade) que a roupa "duas peças".É a minha indicação para quem viaja de moto ou a usa no dia-a-dia, sem medo de chuva...


Finalmente, lembre-se: moto, no seu caso, pode ser uma escolha, um estilo de vida... É o que você quer!

Para mim, o melhor dia para se andar de moto é todo dia! Esteja chovendo ou não, faça frio ou faça calor. Não troco a moto pelo carro, e pode chover canivete!!! Loucura? Talvez... Já concluí que todo motociclista é um pouco louco mesmo.

Afinal, o bom motociclista/motoqueiro/motocicleiro não toma banho de chuva. Lava a alma! Não é assim?

E você? Tem lavado a sua alma? Vale a pena...

Até breve!!!


Crédito das fotos:
1a. - blog Vivendo Porto Alegre - http://www.blog-vivendo-porto-alegre.info/
2a. - blog do Luna - http://blogdoluna.blogspot.com.br/
3a. -